sábado, 12 de novembro de 2011

Bagunça na USP

O que acontece na USP, são as mazelas do serviço publico brasileiro e de um socialismo tupiniquim. Universidade gratuita? O Trabalhador que sustenta a sua família com o suor do seu labor, certamente não verá seus filhos estudando nestas universidade, pois os filhos dos abastados ou "trabalhadores" de sindicatos tomarão seus lugares.
E ainda vem um sociólogo comunista dizer que a presença da PM afeta e inibe a produção cientifica no ambiente universitário. Que produção cientifica é essa? pois a Holanda, com tamanho menor que a Paraíba produz mais tecnologia que nosso mastodôntico pais?.
Eleger "democraticamente" o Reitor? Para colocar um "Dr" que atenda as demagogias de uma minoria que só quer fazer bandalheiras sem a necessidade de se aplicar nos estudos. Elejam o reitor e assitirão a ainda melhor universidade do Brasil cair na vala comum.
O Campus universitário é sim uma cidade onde circulam milhares de pessoas por dia, e não um território ou feudo separado do resto do pais, e precisa sim de uma segurança armada e preparada para enfrentar crimes e violências que lá ocorrem. Se tráfico de drogas é crime aqui fora, lá também é, e a PM é a unica preparada para enfrentar esses problemas.
Quanto aos baderneiros, se perguntarem ao "Povo" que realmente paga a festa deles, a vontade popular certamente é que todos sejam expulsos por má conduta.

quarta-feira, 2 de março de 2011


Espetacular resumo de nossa política foi escrito pelo notável Jornalista Roberto Pompeu de Toledo na edição de VEJA de 9 de fevereiro passado. Leiam e reflitam.

Nenhuma reforma política será bem-sucedida sem a instauração da figura do bedel na Câmara dos Deputados. “Enquanto eles leem os nomes dos eleitos, está todo mundo conversando”, comentou o neodeputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) na terça-feira, o primeiro dia de funcionamento da Casa.
Jean Wylils é político formado na escola Big Brother Brasil de altos estudos. Daí que demonstre a ingenuidade de quem até agora talvez nem pela TV tivesse acompanhado uma sessão da Câmara. Mas foi ao ponto. Não há lugar mais bagunçado do que o plenário da Câmara, nem onde reine maior desatenção de um colega para com o outro.
Existiriam ainda bedéis nas escolas? Em atenção às novas gerações, bedel era o funcionário encarregado de manter a disciplina entre os alunos. Alguns deles tinham inclusive a função de capturar gazeteiros, o que também seria oportuno, neste novo caso. Na Câmara, o clima lembra muitas coisas, menos um ambiente de trabalho. As pessoas preferem ficar de pé. Algumas rodam pelo salão. Outras, formam rodinhas, como nas recepções e nos velórios. Reunidas numa sala de aula, conformariam o pesadelo do professor.
O deputado Jean Wyllys ainda não viu nada. Só raríssimas vezes se presta atenção em quem está discursando. Continua-se a conversar, a rir e a falar ao celular. A Câmara foi feita para sediar o debate dos grandes temas nacionais. Ainda que as pessoas ali reunidas tivessem interesse nos grandes temas nacionais, e capacidade intelectual para enfrentá-los, o que é duvidoso, como fazê-lo em tal balbúrdia? Nenhuma empresa funcionaria desse jeito. Nenhum ministério.
Para facilitar o trabalho do bedel (ou dos bedéis, pois um só não daria conta), a reforma política convocaria também o arquiteto. A conformação do plenário não ajuda. Há grandes espaços vazios, tanto entre a Mesa Diretora e a primeira linha de cadeiras como entre a linha de cadeiras da esquerda e a da direita. É um convite a que os folgados mais folgados ainda se sintam, e prefiram circular e fazer rodinhas a sossegar e prestar atenção no que se está dizendo ou no que se está votando.
Na Inglaterra, o plenário em forma de arena da Câmara dos Comuns é tão apertado que o primeiro-ministro fica a dois passos do líder da oposição, um confrontando o outro no centro do círculo. Os demais ficam igualmente juntinhos, cada um em seu lugar. Não é à toa que, entre todos os países, a Inglaterra ostente a mais rica vida parlamentar.
E lá vem Sarney de novo. Pela quarta vez, com “sacrifício pessoal”, como disse em seu discurso, assumiu a presidência do Senado. Em 1955, como lembrou no mesmo discurso, ele estreou no Parlamento, assumindo uma cadeira na Câmara. Já lá se vão 56 anos, ou quase o dobro dos trinta que Hosni Mubarak acumulou como ditador do Egito.
Se a conta for feita desde 1966, quando toma posse como governador do Maranhão e, num memorável discurso, filmado por Glauber Rocha, afirma que “o Maranhão não quer mais a desonestidade no governo, a corrupção (…), não quer mais a violência como instrumento de política (…), não quer mais a miséria, o analfabetismo, as mais altas taxas de mortalidade infantil”, são 45 anos — um Mubarak e meio. Se for desde 1979, quando, fiel servidor da ditadura, é feito presidente da Arena, o partido do regime, são 32 anos mais que um Mubarak. E, se for desde 1985, quando a Presidência lhe caiu ao colo, são 26 anos quase um Mubarak.
A sina do Maranhão, governado, nos últimos 45 anos, por Sarney, familiares ou prepostos, a não ser por curtos intervalos, continua sendo a da desonestidade, da corrupção. da violência, da miséria, do analfabetismo e das altas taxas de mortalidade infantil. Mas Sarney, aos 80 anos, dois a menos que Mubarak, alcançou a plenitude da glória. Na primeira hora da madrugada do último dia 10 de janeiro, foi presença de honra na cerimônia de posse da filha, pela quarta vez, como governadora do Maranhão.
Voou em seguida para Brasília, onde, como presidente do Congresso, deu posse à nova presidente da República. E, à noite, ainda viajou com o presidente Lula a São Bernardo, onde figurou como atração especial no comício/show montado para receber de volta o mais ilustre morador da cidade. Haja Sarney! Ele promete, como fez Mubarak, que este é seu último mandato.
Nem precisaria de outros. Este é um país intoxicado de Sarney. Na academia, nos jornais e alhures, discute-se se estaríamos vivendo ainda uma era FHC, graças ao rescaldo de suas reformas, ou uma era Lula.
Nada disso. O país vive, há mais de meio século, a era Sarney.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

SOMOS TODOS SOCIALISTAS

O que estamos vendo na atual campanha eleitoral, é uma aceleração drástica e talvez mortal do atraso do Brasil em relação aos outros países desenvolvidos ou em desenvolvimento. Não temos um candidato de direita. Nenhum candidato que apregoe o liberalismo, o "trabalha, ganha. Não trabalha, não ganha". Todos os candidatos estão, alguns mais outros menos, a esquerda, defendendo ideologias ultrapassadas e fora de moda. Hoje no Brasil aproximadamente metade da população vive as custas de receitas proveniente do governo. Contam ai os recebedores das diversas bolsas oferecidas pelo estado, como também todo o funcionalismos que movimenta a pesada máquina estatal. Isso significa que você e eu que não fazemos parte desses beneficiários e privilegiados, trabalhamos para sustentar a nós e mais um brasileiro que não trabalha. Diferentemente da China um pais comunista no gerenciamento do estado porém capitalista na economia, aqui tudo é socializado. Exemplo? nas cidades chinesas, você usa o metrô e paga apenas o trecho entre as estações que você vai utilizar. Se você mora perto do trabalho paga um valor, se mora longe paga mais. No Brasil é diferente. Aqui tanto faz você em Porto Alegre embarcar no metrô na estação mercado, inicio da linha e ir até o aeroporto quatro estações adiante ou descer na Unisinos percurso cinco vezes maior que o preço é igual. Isso é socialismo. Quem usa pouco subsidia quem usa muito. No Brasil o governo pega dinheiro emprestado através da emissão de títulos públicos a 12, 13 % ao ano e empresta aos grandes empresários via BNDES por 5 ou 6% ao ano. Isso é socialismo. No transporte publico, idosos não pagam passagem, estudantes pagam metade do valor, tem o dia do passe livre, etc. Isso é socialismo. E quem paga por todos esses benefícios é quem trabalha, quem produz. O pior de tudo é que nós nos acostumamos a essas benesses, sem pensar nos custos,  e de onde vai sair o dinheiro para pagar toda essa politica social. Dai é claro que vai faltar dinheiro para a saúde, educação e segurança, os três pilares básicos de sustentação de um estado viável e justo. O que vemos claramente na Europa atualmente, é que os países mais socializados como Itália, Grécia, Espanha e França estão com graves dificuldades econômicas e sem previsão de resolver seus problemas a médio prazo. E quando algum governo propõe cortar alguma vantagem, ou aumentar taxas, o povo sai indignado às ruas, protestando para não perder suas conquistas e seus "direitos adquiridos", não se importando como o estado vai prove-los. Pensam que o dinheiro para tudo isso cai do céu. Sempre que um político propõe uma lei que beneficie alguém, outros irão pagar por isso. Portanto devemos dar especial atenção e repudiando candidatos demagogos que a cada eleição propõe e fazem promessas com interesse em ganhar votos dos eleitores menos esclarecidos.

sábado, 31 de julho de 2010

O COMPLÔ DAS ELITES

Está assistindo impassível e sem compreender a realidade atual, grande parcela do povo brasileiro a um complô engendrado pelas elites trabalhadoras e a elite econômica dominante do Brasil.
Para bom entendimento dessa questão, primeiro vamos descrever essas duas castas da população brasileira. Começamos pela segunda já velha conhecida nossa. São aqueles que ao longo de décadas dominam o cenário econômico concentrando e juntando riquezas imensuráveis, e que, se parassem a exploração hoje, deixariam com a vida feita seus herdeiros por 20 ou 30 gerações. Não é a toa o ditado que diz "dinheiro chama dinheiro".
A segunda casta, esta não tão antiga, nasceu com o trabalhismo de Getúlio Vargas, vocês devem lembrar, aquele chamado de " O pai dos pobres", jargão criado pelo Departamento de Imprensa e Propaganda em 1939, durante o "Estado Novo", para dar ênfase ao 'culto à personalidade' do presidente. Não estamos vendo acontecer isso novamente 70 anos depois?. Com a ascendência de um neo-trabalhador (depois explico o termo) ao poder em 2002, o pais enveredou para uma republica sindicalista, e embora ascensão desta casta causasse receio na segunda, por uma habilidade inesperada e continuidade dos fundamentos econômicos implementados no governo FHC,  esse medo transformou-se em sólida parceria.
A diferença básica entre o atual "pai dos pobres" e o de 70 anos atrás, é que o velho era proveniente da oligarquia rural e latifundiária e o atual vem de um grupo de espertalhões que durante a ditadura se organizaram nos sindicatos constituídos pelo velho ditador, fundando o Partido dos Trabalhadores. Incrustados em cargos de mando, a maioria por 20 ou mais anos, portando não precisando frequentar o chão de fabrica, bater ponto ou prestar satisfação a chefe. Dai porque chamo de "neo-trabalhador", esses pseudos trabalhadores encastelados em gabinetes de sindicatos, apregoam a luta pelos direitos da massa operária. Enquanto isso a esmagadora maioria dos que realmente trabalham e produzem neste pais, vê seus salários aviltados por impostos escorchantes para manter a maquina funcionando e pela usura dos capitalistas, que antes horrorizados com a entrada dos neo-trabalhadores no poder, ficaram tranquilos pois o chamado custo Brasil é repassado automaticamente para que a parte produtiva do pais pague.
De comum apenas é que o presidente de 1940 era pai de apenas 41 milhões de pobres e o atual 190 milhões. Portanto ao longo de sete décadas, só fizeram aumentar o numero de filhos pobres, o que para essas oligarquias é o mais interessante. Pouca cultura, muito voto; dai os votos dos adolescentes, analfabetos, presos e por ai afora.
As Nações Unidas, em seu relatório anual indicam o Brasil na septagesima quinta posição entre os países mais desiguais do planeta. Estamos atrás até da Venezuela e de Cuba. Talvez por isso a grande simpatia de nossos governantes pelos regimes destes países,
Enquanto esse governo neo-trabalhador alardeia que da peixe sem ensinar a pescar para 50 milhões de brasileiros, gastando quase 13 bilhões de reais com o bolsa família, dissimuladamente não diz que repassou no ano passado mais de 360 bilhões aos banqueiros, dignos representantes da elite econômica através de pagamentos de juros.
A cada dia as famílias ficam mais endividadas, pois a falsa sensação de poder comprar tudo por pouco através de longas parcelas e altíssimos juros, pois as pessoas apenas medem o quanto podem pagar por mês e não o total da divida. Por tudo isso, "nunca antes na historia desse pais" a classe dominante e os neo-trabalhadores enriqueceram tão rapidamente como agora. Por isso essa amizade de interesses que satisfaz a ambas castas que estão no comando do Brasil.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

DESORGANIZAÇÃO, ROUBOS E APAGÕES MANCHAM A COPA DA AFRICA

Desorganização, roubos e apagões mancham a Copa da África. Esta, a manchete que vejo no portal do Terra. A África do Sul é o Brasil amanhã.
Eventos como olimpíadas ou copa do mundo, deveriam ser realizados apenas em países desenvolvidos, onde a iniciativa privada faz e controla tudo que diz respeito ao evento, e não onde imperam governos e funcionários públicos corruptos. Vejamos o caso do Pan-Americano do Rio de Janeiro, onde o custo estimado do evento foi 10 vezes alem da conta.
Qual a utilidade e necessidade de construir um estádio como o Engenhão onde foram consumidos mais de 380 milhões e que agora, para não ficar abandonado é utilizado pelo Botafogo, que já reclama dos altos custos de manutenção desse elefante branco?.
Bastaria reformar o Maracanã, que ja estaria pronto para receber os jogos do mundial 2014.
Mas é claro que isso iria gerar economia e menos desvios de verbas publicas.
A manchete acima espelha o que vai acontecer no Brasil dos próximos anos, com copa do mundo e olimpíadas. Uma minoria de privilegiados se locuplentando nos gastos públicos enquanto a parte que trabalha e produz neste pais se "esborracha" pagando a conta.